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Paraguai preenche as necessidades do Paraná

Indústria

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O setor paranaense de confecções necessita de 5.000 profissionais, só para a demanda mais imediata, de acordo com Álvaro Baggio, fabricante de moda praia e vice-presidente do SINDVEST Curitiba.

Hoje está quase impossível encontrar mão de obra de nível técnico no Estado. Esta situação tem reduzido nossas possibilidades de expansão, e competição com os asiáticos, especialmente os chineses, no nosso próprio mercado interno”, desabafa o executivo, dono da grife Água Fresca, de Curitiba.

Na contramão, o Paraguai tem mão de obra jovem sobrando, disponível para trabalhar no setor industrial.

Foi um dos pontos que mais chamaram a atenção dos industriais paranaenses.

No Paraná, você não encontra quase jovem na manufatura, pelo menos na confecção. Aqui no Paraguai, além de jovens, vimos muitos homens trabalhando no setor”, destaca Baggio.

Por estes motivos, além de uma legislação trabalhista mais favorável e um baixo custo tributário, o setor confeccionista paraguaio vem-se destacando pelo avanço na exportação de seus produtos a mais de 20 mercados, desde a última década, e principalmente ao Brasil, nos dois últimos anos, país ao qual triplicou as vendas desde 2009.

Empresários brasileiros instalados no Paraguai

Por este motivo, entre os principais exportadores paraguaios, encontram-se diversos empresários que cruzaram a fronteira e hoje possuem importantes plantas industriais instaladas.

É o caso de Mustafá Shihade, de Foz de Iguaçu.

Suas duas indústrias contam com quase 300 empregados, exportando produtos sob licença de marcas mundiais, como a ADIDAS.

Nosso crescimento fez com que tivéssemos que nos instalar em um parque industrial próprio, junto a outras indústrias paraguaias. Aqui, homens e mulheres trabalham lado a lado, e não temos problemas em conseguir mão de obra. Além disso, em dois meses podemos transformar uma costureira amadora em uma profissional com produtividade igual ou superior ao Brasil”, destaca Shihade.

É o mesmo raciocínio de outro empresário brasileiro, Joel Cano, cuja matriz encontra-se em Santa Catarina, mas que tem no Paraguai seu eldorado.

Já estamos capacitando outros 200 operários até o final do ano”, afirma Cano, cuja empresa também se instalará no mesmo pólo de confecções de Shihade.

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