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Integração

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Evento organizado pelo Instituto MERCOSUL lotou auditório

Dia 18 de agosto de 2011 será lembrado como a data que o empresário maringaense descobriu o Paraguai, nas palavras de Johny Magalhães, gerente geral do Instituto MERCOSUL de Maringá, ONG pertencente à Associação Comercial e Industrial de Maringá, entidade que congrega mais de 3.500 empresários da região.

Auditório lotado, público em pé,

Foi o resultado do evento.

Para Claudio Gomes, membro da empresa PRADO GIRALDELLI, “ informação era o que faltava para iniciarmos o processo de integração”.

Com o que concorda plenamente o gerente do Instituto MERCOSUL,  para quem o evento teve um sabor especial, levando-se em conta o retorno.

As necessidades de Maringá e as soluções do Paraguai

O sucesso do evento tem seu motivo.

Maringá e sua área de influencia possuem quase um milhão de habitantes, com uma indústria altamente diversificada em agronegócio, confecções, mobiliário, metalmecânica e eletrônica, e apesar da alta competitividade das empresas locais, problemas comuns a grande parte do Brasil, como alto custo de produção e a escassez de mão de obra, também afetam o potencial de crescimento dos negócios.

Já o Paraguai, com dois milhões de jovens até 21 anos de idade, e a mais baixa carga tributaria do mundo, com 8% do PIB, permite uma solução rápida aos empresários que necessitam competir, tanto no mercado externo como doméstico, principalmente com a China.

Empresas brasileiras que subcontratam indústrias paraguaias ou lá se instalam diretamente conseguem reduzir em até 30% seu custo de produção.

São os casos das indústrias de confecções que atravessaram a fronteira.

Um casamento onde todos ganham

Este é o sentido da integração.

Ao produzir no Paraguai, o empresário brasileiro ganha competitividade, aumentando as vendas internamente e ampliando sua participação no exterior, como já fazem as indústrias MERSEG, do Grupo Bertin, e ÍMPAR, do Grupo Cambuci, detentora da marca PENALTY.

Este fato permite um aumento da contratação, no Brasil, de mais mão de obra em setores como Pesquisa e Desenvolvimento, Marketing e Vendas e Logística, reconvertendo o trabalhador de chão de fabrica em profissional da área de comércio e serviços, com melhor ganho e maior possibilidade de crescimento profissional.

Em resumo, no Brasil, ganha-se no aumento do valor agregado, tanto no trabalho, como na lucratividade das empresas, que podem, desta forma, reinvestir em novos negócios, e claro, novos empregos.

Já o Paraguai ganha empregando seus jovens, sendo que a estabilidade financeira e a proteção trabalhista que o setor secundário proporciona, em relação a outros, como a agricultura e setores informais, é outro atrativo, além, claro, da cada vez maior tecnologia empregada no setor primário reduzir a necessidade de mão de obra intensiva.

Além disso, o industrial paraguaio consegue capitalizar-se para diversificar sua produção e crescer com segurança através de contratos de longo prazo com empresas brasileiras.

BRASPAR inaugura representação

O evento também serviu para iniciar os trabalhos do BRASPAR no Norte do Paraná e São Paulo, através de seu representante oficial, PRADO GIRALDELLI Gestão Empresarial.

Para Rodrigo Giraldelli, diretor presidente, o processo de integração produtiva é irreversível.

Prova disso é que dezenas de empresários presentes ao evento já iniciaram conversações para conhecerem melhor as formas de aproveitamento do imenso e inexplorado potencial de complementação entre estas duas nações irmãs.

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