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Banco Mundial confirma: Pobreza no Paraguai é mais baixa do que no Brasil, e sem bolsa família.

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Banco Mundial confirma: Pobreza no Paraguai é mais baixa do que no Brasil, e sem bolsa família.

Banco Mundial

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Estudo mais recente do Banco Mundial demonstra que, tomando em conta separadamente os dados das áreas rural e urbana de cada país, o Paraguai apresenta, em ambas regiões, índices de pobreza mais baixos do que no Brasil.

Indicadores de Pobreza do Banco Mundial
Até USD 2,5 por dia Até USD 4,00 por dia
Área urbana Árera Rural Área urbana Área Rural
2002 2011 2002 2011 2002 2011 2002 2011
Argentina 22% 5% n.d. n.d. 39,80% 12,50% n.d. n.d.
Bolívia 22,20% 7% 69,80% 34,70% 42,90% 18,30% 83,50% 51%
Brasil 22,10% 10,00% 46,90% 26,20% 37,70% 20,90% 65,90% 44,20%
Chile 7,00% 2,70% 11,80% 3,90% 19,00% 9,60% 31,40% 11,90%
Colômbia 21,60% 11,60% 53,30% 33,30% 39,90% 25,10% 77,10% 57,40%
Equador 24,10% 7,80% 45,30% 24,80% 43% 21,10% 67,60% 44,60%
Paraguay 17,40% 6,50% 48,00% 25,90% 34% 15,90% 67,50% 44,90%
Peru 13,50% 3,80% 66,20% 38,10% 31,30% 12,70% 85% 62,80%
Uruguay 7,70% 2,60% n.d. 2,10% 17,80% 8,80% n.d. 7,70%
OBS:Não há dados recentes disponíveis para a Venezuela. Os últimos são para 2006.

Ao contrário do estado brasileiro, o Paraguai vem reduzindo a pobreza extrema (pessoas que ganham até USD 2,5 por dia) e a total (pessoas com renda até USD 4,00 por dia) sem intervenção estatal ou seja, sem programas assistencialistas como o bolsa família.

O segredo paraguaio é a manutenção da alta taxa de crescimento econômico, de 7% ao ano, ao longos dos últimos 40 anos.

Crescimento que ocorre em todo o país, devido, em parte, ao processo de rápida diversificação industrial e, por outro lado, à modernização agropecuária, com forte reconversão do setor ao agronegócio, com a incorporação de milhares de pequenas e médias propriedades rurais ao à produção de grãos e carnes, e ao seu efeito multiplicador.

Importante também notar que a porcentagem de pessoas pobres (extrema pobreza) na área urbana paraguaia é 35% inferior à área urbana brasileira, da mesma forma que os índices de pobreza nas áreas rurais dos dois países é igual, mesmo com o Paraguai possuindo 33% de habitantes na área rural, contra apenas 15% no Brasil.

Da mesma forma, remarca-se que os índices de pobreza extrema no Paraguai e Argentina são quase iguais, mesmo sendo o país platino o de maior subsídios econômicos à população de baixa renda na América do Sul.

Finalmente, note-se que no Paraguai, as pessoas deixaram de ser pobres, enquanto nos países bolivarianos e no Brasil, o estado foi quem retirou as pessoas do estado de pobreza.

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